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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O que fizeram os clubes ingleses nas competições europeias


A terceira semana de setembro marcou o início da Liga dos Campeões e Liga Europa, e nelas seis clubes ingleses entraram em campo. Destaca-se o fato de nenhuma ter perdido, com quatro vitórias e dois empates.

Uma breve análise do que cada uma fez.


Champions League:

- Werder Bremen 2 - 2 Tottenham

Numa visão prévia, o empate era considerado bom resultado para os Spurs, mas ficou um gosto amargo, já que em 18 minutos venciam por 2 x 0, gols de Pasanen (contra) e Peter Crouch, de cabeça, num senhor cruzamento de Rafael Van der Vaart.

Harry Redknapp disse antes da partida que seria suicídio jogar no 4-4-2, citando a surra que a Inglaterra levou na Copa para a Alemanha, e de fato o treinador alterou o esquema, atuando com Jenas e Huddlestone de volantes e uma linha de três armadores formada por Lennon, Van der Vaart e Bale.

Na próxima rodada a equipe londrina recebe o Twente, que estreou também com empate por dois gols, diante da campeão Inter, em Enschede.

- Manchester United 0 - 0 Rangers

O Manchester vai se classificar, mas esse empate com os escoceses pode dar um susto para assegurar a primeira colocação, pois na rodada que vem há uma complicada visita a Valencia, que meteu quatro na Turquia sobre o Bursaspor.

E por falar em Valencia... O dos Red Devils, Antonio, sofreu uma grave lesão, com fratura e danos aos ligamentos do tornozelo.

Com um time praticamente todo reserva quem mais apareceu foi Darron Gibson, com perigosos chutes de fora da área.

- Zilina 1 - 4 Chelsea

Carlo Ancelotti preservou alguns titulares, mas sem o exagero de Alex Ferguson, mantendo uma base titular, e passou fácil pela equipe eslovaca, que só fez um gol porque Ivanovic e Alex bateram cabeça.

Michael Essien voltou a marcar, ele que no final de semana já havia deixado dois contra o West Ham e aparenta estar plenamente recuperado das lesões que atrapalharam sua carreira nas duas últimas temporadas.

Na próxima rodada os Blues estreiam no Stamford Bridge recebendo o Olympique de Marseille, que foi surpreendido em casa pelo Spartak Moscou.

- Arsenal 6 - 0 Braga

Se o Braga era um dos estreantes na Liga dos Campeões, o Arsenal já fez a devida questão de apresentá-lo ao maior torneio de clubes do mundo.

A missão foi facilitada graças a um tolo pênalti do goleiro Felipe, ex-Corinthians, logo aos 8 minutos, que Fabregas bateu e fez. O espanhol, aliás, foi o dono da partida marcando dois gols e participando de outros dois.

Na próxima rodada vai a Belgrado enfrentar o Partizan, que estreou perdendo para o Shakhtar Donetsk, na Ucrânia, por 1 a 0.


Europa League:

- Salzburg 0 - 2 Manchester City

Vindo de dois tropeços patéticos na Liga Inglesa pra quem investiu tanto, a vitória na Áustria dá um alívio ao time de Roberto Mancini. Nem tanto pelo triunfo em si, mas pela forma consistente com que a equipe atuou, com destaque para David Silva, dono do meio campo.

O brasileiro Jô, que parece ter moral com Mancini, fez ótima partida e participou dos dois gols, fazendo o pivô pra Silva no primeiro e marcando o segundo, após pegar rebote do goleiro em bomba de Carlos Tevez.

O City tem um jogaço na próxima rodada, recebendo a multicampeã italiana Juventus, que vem de tropeço em casa empatando com o Lech Poznan, da Polônia.

- Liverpool 4 - 1 Steaua Bucareste

Apesar do placar sugerir facilidade, o jogo não foi de todo fácil, ainda que Joe Cole tenha feito um gol com 27 segundos, mas 12 minutos depois já estava 1 a 1.

Mas a equipe romena desapareceu no segundo tempo, ainda que o Liverpool fez o segundo gol num pênalti que só o árbitro viu (se viu...) sobre Kyrgiakos, que Ngog bateu. Lucas fez um belo gol de fora da área, e Ngog fechou o placar.

Na próxima rodada uma complicada visita ao Utrecht, que segurou o 0 a 0 frente ao Napoli na Campania.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Com tranquilidade e estreia de James Milner, Man City faz 3 x 0 no Liverpool

(news.bbc.co.uk/sport)

Pelo fechamento da segunda rodada do Campeonato Inglês, o Manchester City recebeu o Liverpool e, com assustadora facilidade, fez 3 x 0, numa de suas grandes atuações recentes. O destaque da partida foi a excelente estreia do meia James Milner, recentemente contratado junto ao Aston Villa por £26 milhões.

E foi justamente numa jogada de ex-jogadores do Villa que veio o primeiro gol: Adam Johnson (ex-Middlesbrough) fez preciso passe para Milner, que enxergou Gareth Barry, na entrada da área; o volante da seleção inglesa, com classe, empurrou para o gol de Pepe Reina.

Sem saída pelos lados do campo, com Milan Jovanovic e Dirk Kuyt muito mal, restava ao Liverpool concentrar o jogo em Steven Gerrard, mas o meia inglês, atuando muito recuado, não conseguia comandar a equipe, como faz quando atua mais avançado.

Veio a etapa final, e logo o City ampliou: Milner bateu escanteio da direita e o lateral Micah Richards cabeceou. Tevez tentou desviar, mas, aparentemente, apenas atrapalhou a ação de Reina. Ainda sim, ao menos até aqui, o gol está confirmado para o argentino.

Minutos depois, a grande chance dos Reds na partida: Gerrard chutou, Joe Hart espalmou e a bola pegou na trave; na volta, pegou o chute de David Ngog e em seguida o de Fernando Torres, numa sequência fantástica, que deve garantir a ele a condição definitiva de titular, para insatisfação de Shay Given.

Aos 22 minutos, Adam Johnson, outro de boa partida, foi derrubado dentro da área por Martin Skrtel, e Phil Dowd marcou pênalti. Tevez bateu e fechou o placar.

Com a vitória, o City chega aos 4 pontos, ao lado de mais seis equipes - pelos critérios de desempate, está em quarto. Já o Liverpool tem apenas 1 ponto, na 17ª colocação.

Na próxima rodada, o Manchester visita o Sunderland, enquanto o Liverpool recebe o West Bromwich. Antes disso, na quinta-feira, ambos jogam pela Europa League: o primeiro enfrenta o Timisoara, com a vantagem de 1 x 0 obtida na Romênia, enquanto o segundo vai até a Turquia enfrentar o Trabzonspor, com a mesma vantagem, mas conseguida no Anfield Road.


Ficha da partida:

Man City:
Hart; Micah Richards, Kolo Touré, Kompany e Lescott; Adam Johnson, Yaya Touré (Zabaleta), Nigel de Jong, Barry e James Milner; Tevez (Jô).
Téc.: Roberto Mancini.

Liverpool: Reina; Glen Johnson, Carragher, Agger e Skrtel; Kuyt, Gerrard, Lucas e Jovanovic (Daniel Pacheco); Ngog e Fernando Torres (Babel).
Téc.: Roy Hodgson.


Gols: Barry 13' e Tevez 52' e 67'

Amarelos: Micah Richards; Skrtel

Árbitro: Phil Dowd

Local: City of Manchester, Manchester

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Nova temporada, velhos problemas: Fernando Torres tem lesão confirmada


A temporada 2010/11 está no começo, e o Liverpool já ganhou uma má notícia: exames feitos em Fernando Torres constataram uma lesão de grau 1 na coxa esquerda do atacante, sofrida no segundo tempo da prorrogação entre Espanha x Holanda, no último domingo, pela final da Copa do Mundo. Com isso, Torres tem sua pré-temporada comprometida, o que já vai evidenciar a falta de profundidade do elenco dos Reds.

Na Premier League passada, jogou apenas 22 jogos, suficientes pra marcar um impressionante número de 18 gols. Mas terminou a temporada com uma lesão no joelho direito, algo que o fez chegar em má forma física no Mundial, perdendo a posição durante a competição.

O Liverpool, que agora é dirigido por Roy Hodgson, enfrenta o Al-Hilal, da Arábia Saudita, no dia 17/07, como primeiro jogo da pré-temporada. A estreia oficial está marcada para o dia 15/08, contra o Arsenal, em Anfield Road.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Balanço da temporada - Liverpool


Feito o balanço de Chelsea, Manchester United, Arsenal, Tottenham, Manchester City e Aston Villa, chegou a vez de fecharmos a temporada do Liverpool, certamente um ano para os torcedores dos Reds apagarem o quanto antes.

Destaque para a precoce eliminação na UEFA Champions League, não passando da fase de grupos (o que, se é que ameniza, ao menos levou o clube a uma boa campanha na Europa League).


Liverpool FC
Técnico: Rafael Benítez
Colocação: 7º (mandante: 5º / visitante: 8º)
Principal jogador: Pepe Reina
Decepção: Alberto Aquilani
Artilheiro: Fernando Torres (18 gols)
Mais presenças: Pepe Reina (38)
Campanha: 18 V, 9 E, 11 D, 61 GP, 35 GC
Avaliação: péssima


- Premier League

A pior temporada desde 1998/99, quando terminou na mesma sétima colocação.

Dá pra dizer que três jogadores "seguraram as pontas" do Liverpool na Premier League: Reina, Mascherano e Fernando Torres. Os dois primeiros fizeram dos Reds, mesmo com o sétimo lugar, a terceira melhor defesa, enquanto Fernando Torres, atuando apenas 22 vezes, marcou uma média de quase um gol por partida.

Outro que merece destaque é Dirk Kuyt. Os demais jogadores, incluindo o capitão Steven Gerrard, estiveram muito abaixo do esperado. Alberto Aquilani, principal reforço da Rafa Benítez na temporada, demorou para estrear por conta de uma lesão, e nas 18 partidas que fez (sendo apenas 9 como titular), alternou uma ou outra boa exibição com várias sem destaque.

Se serve de alento, venceu os dois clássicos diante do Everton.

- Liga dos Campeões

Estreou vencendo o Debrecen por 1 x 0, em Anfield Road. Depois foi derrotado pela Fiorentina, na Itália. Aí vieram os confrontos da eliminação: derrota para o Lyon, em casa, e no jogo de volta, na França, vencia até os 45 do 2º tempo, quando Lisandro López empatou.

Nova vitória diante do Debrecen, mas com o triunfo da Fiorentina sobre o Lyon, chegou a última rodada eliminado, e ainda por cima foi mais uma vez derrotado em casa, dessa vez para a equipe italiana. Com o terceiro posto, ganhou a vaga na Europa League.

- Liga Europa

Passou por Unirea Urziceni, Lille e Benfica (fazendo 4 x 1 no jogo da volta, em sua grande atuação na temporada, tirando o 2 x 1 sofrido em Lisboa).

Veio a semifinal diante do Atlético de Madrid. Derrota e vitória por 1 x 0, e partida decidida na prorrogação. Benayoun logo fez 2 x 0, mas Diego Forlán descontou, classificando a equipe espanhola pelo gol fora. Era a última chance de título dos Reds.

- Copa da Inglaterra

Eliminação logo na terceira eliminatória para o Reading, da Championship. Empatou por 1 x 1 fora de casa, e no replay, em Anfield, perdeu por 2 x 1 na prorrogação.

- Copa da Liga Inglesa

Passou pelo Leeds United, vencendo por 1 x 0, mas parou na fase seguinte, sendo derrotado pelo Arsenal por 2 x 1.


Time-base(4-2-3-1):
Reina; Glen Johnson, Carragher, Agger e Insúa; Mascherano e Lucas; Kuyt, Gerrard e Benayoun; Fernando Torres.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Roy Hodgson é o novo técnico do Liverpool


Nesta quinta-feira, o Liverpool anunciou a contratação de Roy Hodgson, um dos técnicos mais valorizados na Inglaterra depois da excelente campanha do Fulham, que levou o clube londrino a um inesperado vice-campeonato da Europa League. Com contrato válido por três anos, ele assume no lugar de Rafa Benítez, que se transferiu para a Inter de Milão.

Hodgson traçou o objetivo principal da nova temporada: "A prioridade número um é tentar fazer a equipe um pouco melhor que no ano passado, e voltarmos a Champions League, onde o clube sempre esteve e quer sempre estar".

Steven Gerrard, capitão dos Reds, declarou: "Eu acho que valeu a pena a espera, e eu tenho certeza que ele está interessado em começar rapidamente a colocar seus planos para a nova temporada".

A agenda de pré-temporada do Liverpool marca jogos contra Al-Hilal (17/07), Grasshopper (21/07), Kaiserslautern (24/07) e Borussia Mönchengladbach (01/08). A estreia oficial está marcada para o dia 14/08, no clássico diante do Arsenal, em Anfield Road.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Fim de um ciclo: Rafa Benítez deixa o Liverpool


Após mais de meia temporada de especulação sobre a saída de Rafa Benítez do Liverpool, enfim o anúncio aconteceu: o técnico espanhol não dirige mais os Reds. A rescisão contratual foi feita em comum acordo entre as partes.

Benítez gozava de prestígio quase que vitalício entre os torcedores depois da épica virada na final da UEFA Champions League 2004/05, quando perdia por 3 x 0 para o Milan, mas buscou o empate e a vitória nos pênaltis. Porém, a temporada recém-terminada foi abaixo da crítica, com o clube sendo eliminado na fase de grupos e sequer conseguindo vaga na edição seguinte, terminando a Premier League em 7º lugar.

O nome do treinador aparece entre um dos possíveis nomes para substituir José Mourinho no comando da Inter de Milão.

domingo, 2 de maio de 2010

Chelsea vence o Liverpool e está a uma vitória do título


Liverpool 0 x 2 Chelsea

Num clássico atípico, por contada fragilidade e dos erros de seu adversário, o Chelsea venceu o Liverpool em pleno Anfield, por 2 a 0, e colocou as duas mãos no título da Premier League. Faltando apenas uma rodada para o fim.

Precisando dos três pontos, o Chelsea começou a partida pressionando, mas tinha certa dificuldade para criar grandes chances de gols. As principais tentativas dos blues eram através dos chutes de fora da área, entretanto a maioria deles sem perigo. Já o Liverpool, que atuou com dois laterais improvisados, Mascherano e Agger, alternava bons e maus momentos na partida.

Se o Liverpool já parecia bastante desanimado, aos 33 minutos da primeira etapa a pouca animação que tinha desapareceu de vez. Gerrard fez um recuo/passe bisonho para trás, o oportunista Drogba driblou o goleiro Reina e fez 1 a 0.

A partir daí, o Chelsea passou a administrar completamente a partida, diante de um adversário que não tinha muito mais o que fazer. Os azuis passearam em campo e lá atrás, Reina era o responsável por não deixa que uma goleada acontecesse.

Aos 8 minutos da segunda etapa, após toque de bola envolvente, Frank Lampard recebeu cruzamento de Anelka da direita e só teve o trabalho de empurrar para as redes.

Com os dois a zero e a vitória sacramentada, por todos os problemas que tem o Liverpool, as duas equipes esperaram o apito final, que deu ao Chelsea o virtual título do Campeonato Inglês.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Heroico Fulham decide Europa League; Liverpool eliminado em casa


Nas partidas de volta da semifinal da Europa League, dois times da Premier League entraram em campo nesta quinta-feira, mas apenas um deles avançou até a grande final. Jogando em casa, o Fulham venceu o Hamburg, cidade-sede da final, por 2 x 1, enquanto o Liverpool, após prorrogação, fez 2 x 1 sobre o Atlético de Madrid, e foi eliminado pelo gol sofrido em casa.


Depois do bom, mas perigoso, empate por 0 x 0 na Alemanha, o Fulham sabia da necessidade de não sofrer um gol em casa, pois qualquer empate com gols classificaria o Hamburg. E o medo se concretizou aos 22 minutos, quando Mladen Petric acertou uma espetacular cobrança de falta no ângulo direito de Mark Schwarzer, placar da primeira etapa.

Sem jogar bem, as coisas pareciam ficar ainda piores quando Roy Hodgson foi obrigado a substituir Bobby Zamora, artilheiro da equipe na temporada - o atacante inglês estava jogando no sacrifício, com uma lesão no tendão de Aquiles. Porém, com a entrada do norte-americano Clint Dempsey, o Fulham melhorou na partida, e o gol de empate saiu aos 24 minutos do segundo tempo: Danny Murphy fez primosoro lançamento para Simon Davies dentro da área; o meia galês cortou Guy Demel com um mini-chapéu e tocou na saída de Frank Rost.

Ajudado pela sua torcida, que lotou o Craven Cottage, o Fulham passou a pressionar o HSV, e o gol da vitória saiu a 14 minutos do fim da partida: Davies cobrou escanteio na área, Demel falhou e a bola sobrou para Zoltan Gera virar e classificar o time londrino para sua primeira final continental da história.

Ficha da partida:

Fulham: Schwarzer; Pantsil(Nevland), Hangeland, Aaron Hughes e Konchesky; Dickson Etuhu e Danny Murphy; Duff, Gera e Simon Davies; Zamora(Dempsey).
Téc.: Roy Hodgson.

Hamburg: Rost; Demel, Jerome Boateng, Mathijsen e Aogo; Jarolim(Rozehnal), Zé Roberto, Tesche(Tomás Rincón(Guerrero)) e Pitroipa; Petric e Van Nistelrooy.
Téc.: Ricardo Moniz.


Também na Inglaterra, o Liverpool recebeu o Atlético de Madrid com a desvantagem do 1 x 0 sofrida no Vicente Calderón.

Jogando um bom primeiro tempo, os Reds não conseguiam abrir o placar. Quando parecia que o primeiro tempo terminaria sem gols, Yossi Benayoun cruzou da direita para Alberto Aquilani, de boa partida, fazer 1 x 0, aos 44 minutos.

Ao contrário da primeira etapa, o Liverpool não repetiu sua boa atuação no segundo tempo, muito cauteloso em não sofrer um quase fatal gol em casa, e pouco se aventurou ao ataque, e a partida encaminhou-se para a prorrogação.

Ao fim do tempo regulamentar, foi anunciado em Anfield Road a classificação do Fulham para a final, e o estádio aplaudiu o feito do time londrino. Uma atitude de arrepiar.

E bastaram cinco minutos para o time de Rafa Benítez ampliar: Lucas fez grande passe nas costas da zaga colchonera, encontrando Benayoun livre para marcar.

O empate espanhol veio ainda no primeiro tempo: aos 12 minutos, Glen Johnson perdeu para Reyes no alto, e o meia atacante espanhol encontrou Diego Forlán na área, livre, para diminuir o placar. Aí fica a questão: o gol fora deveria valer na prorrogação? É um critério injusto com quem decide em casa, pois só há possibilidade de prorrogação na segunda partida, e o Liverpool acabou tendo 120 minutos pra não sofrer gols em casa, enquanto o Atlético teve 90.

Crítica ao regulamento à parte, fato é que os Reds sentiram o gol, e passaram todo segundo tempo da prorrogação sem criar reais chances de gol, e acabaram eliminados de qualquer possibilidade de título na temporada 09/10.


Ficha da partida:


Liverpool: Reina; Mascherano(Degen), Carragher, Agger e Glen Johnson; Lucas e Aquilani(El Zhar); Benayoun(Daniel Pacheco), Gerrard e Babel; Kuyt.
Téc.: Rafa Benítez.

Atlético: David de Gea; Valera, Perea, Álvaro Domínguez e Antonio López; Paulo Assunção(Jurado), Raúl García, Reyes e Simão; Agüero(Salvio) e Forlán(Ignacio Camacho).
Téc.: Quique Sánchez Flores.

A final entre Fulham x Atlético de Madrid será no dia 12 de maio, em Hamburg.

domingo, 25 de abril de 2010

Chelsea faz sete no Stoke; Burnley rebaixado


Chelsea 7 x 0 Stoke City (ficha da partida)

Pela terceira vez na temporada, o avassalador Chelsea marca sete gols numa partida, tal qual já havia vitimado Sunderland e Aston Villa. Dessa vez foi sobre o estruturado time do Stoke, que raramente sofre muitos gols - antes da partida, tinha uma defesa melhor que a do Arsenal, por exemplo.

Ajudou a construir a goleada o meio de campo agressivo escalado por Carlo Ancelotti, com o meia Michael Ballack sendo o mais recuado, quase como um volante, e ao seu lado estavam Frank Lampard e Florente Malouda, que costuma jogar de atacante pela esquerda, o que dá a dimensão de como o meio de campo tinha vocação pro ataque. Na frente, Salomon Kalou, Nicolas Anelka e Didier Drogba.

O Chelsea abriu o placar aos 24 minutos, depois de um domínio espetacular de Drogba e cruzamento para Kalou. Sete minutos depois, Lampard chutou de fora da área, Thomas Sorensen espalmou e Kalou fez seu segundo gol, de carrinho. No lance, Sorensen se machucou com alguma gravidade, e corre risco de desfalcar a Dinamarca na Copa do Mundo. Em seu lugar entrou o bósnio Asmir Begovic, ex-Portsmouth, fazendo sua estreia pelos Potters.

No último minuto do primeiro tempo, Kalou foi derrubado por Robert Huth, e o árbitro Steve Bennett marcou pênalti, em lance que gera discussão, já que o alemão começou a falta fora da área. Isso à parte, Lampard bateu e fez o terceiro.

No segundo tempo, o Chelsea claramente tirou o pé, já com a cabeça na próxima rodada. Ainda sim, com naturalidade, fez quatro gols.

O quarto veio aos 23 minutos, novamente com Kalou, após duas tentativas. Lampard, aos 36, finalizou com exímia categoria cruzamento do jovem Sam Hutchinson, de apenas 20 anos, que substituiu Paulo Ferreira. Outro que veio do banco, Daniel Sturridge, fez o sexto, enquanto Malouda, que havia perdido um dos gols mais feitos da temporada minutos antes, fechou a goleada.

A próxima rodada é decisiva para o time londrino, já que tem uma visita ao Anfield Road, onde encara um Liverpool que ainda sonha com Liga dos Campeões, ainda que se diga que aos Reds não interessa "ajudar" o Manchester United a se tornar, isolado, o maior campeão da Inglaterra. Se vencer, o time de Ancelotti dá passo quase definitivo rumo ao título, pois na última rodada joga em casa diante do Wigan.


Burnley 0 x 4 Liverpool (ficha da partida)

Diferente de Birmingham e Wolverhampton, promovidos na temporada passada, o Burnley não conseguiu se manter na Premier League, e está matematicamente rebaixado depois da goleada sofrida para o Liverpool, gols marcados por Steven Gerrard (2x), Maxi Rodríguez e Ryan Babel.

A vitória recoloca a equipe na briga pela Champions League, com 62 pontos, dois a menos que o Tottenham, quarto colocado, mas o time de Rafa Benítez tem um jogo a mais que o time londrino, e como esse jogo é contra o Manchester City, que também está à frente do Liverpool (um ponto), dificilmente os Reds conseguirão a vaga.

Na próxima rodada, o Liverpool recebe o Chelsea - antes, enfrenta o Atlético de Madrid, pela semifinal da Liga Europa, precisando reverter o 1 x 0 sofrido em Madrid. O Burnley enfrenta o Birmingham.

Everton 2 x 1 Fulham (ficha da partida)

O Everton precisava dos três pontos pra seguir com aspirações de vaga na Europa League, e ela veio no último instante da partida, tal qual na última rodada.

Erik Nevland abriu o placar para os visitantes na primeira etapa, mas Chris Smalling, contra, empatou para os Toffees. No último minuto, Mikel Arteta, cobrando pênalti, virou a partida.

Vale lembrar que o Portsmouth, que conseguiria a vaga na Liga Europa via Copa da Inglaterra, não conseguiu licença da UEFA pra jogar a competição, e isso abrirá uma vaga para o sétimo colocado na Premier League, que, nesse momento, é o Liverpool, com 62 pontos, contra 57 do Everton.

Na próxima rodada, o Everton vai a Stoke-on-Trent, enquanto o Fulham tem clássico londrino com o West Ham, mas a cabeça dos Cottagers está 100% voltada pra partida de quinta-feira, no Craven Cottage, onde recebe o Hamburg, pela segunda partida da semifinal da Liga Europa - no jogo de ida, na Alemanha, empate por 0 x 0.


Veja também:
- Manchester United vence Tottenham
- Arsenal fora da briga pelo título
- Aston Villa vence derby contra o Birmingham

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Liverpool é derrotado pelo Atlético; Fulham segura Hamburg na Alemanha


No primeiro dia das semifinais da UEFA Europa League, dois times ingleses entraram em campo, mas só um teve o que comemorar. Jogando na Alemanha, o Hamburg recebeu o Fulham e não passou de um empate sem gols, enquanto o Liverpool foi até Madrid e saiu derrotado por 1 x 0.

No Vicente Calderón, a expectativa desde quando foi definido o duelo era o reencontro de Fernando Torres com o time que o revelou, o que não ocorreu devido à lesão do espanhol. Ainda sim, era um tira-teima, já que ambos se enfrentaram na fase de grupos da edição passa da UEFA Champions League, com as duas partidas ficando no 1 x 1.

Diego Forlán abriu o placar logo aos nove minutos: após jogada de Jurado pela esquerda, o atacante uruguaio precisou de duas finalizações pra abrir o placar. Jamie Carragher tentou salvar em cima da linha, mas a bola entrou.

Com o revés, o Liverpool precisará vencer por dois gols de diferença, ou repetir o 1 x 0 pra levar o jogo para a prorrogação. Se sofrer um gol em Anfield Road, os Reds precisarão marcar três.


Ficha da partida:


Atlético: David de Gea; Ujfalusi, Perea, Álvaro Domínguez e Antonio López; Paulo Assunção e Raúl García; Simão(Valera), Jurado e Reyes(Ignacio Camacho); Forlán(Salvio).
Téc.: Quique Sánchez Flores.

Liverpool: Reina; Glen Johnson, Carragher, Kyrgiakos e Agger; Lucas e Mascherano; Kuyt, Gerrard e Benayoun(El Zhar); Ngog(Babel).
Téc.: Rafa Benítez.


Na HSH Nordbank Arena, palco de final, o Fulham mostrou sua força tática e defensiva e parou o ofensivo time do Hamburg, tal qual já havia feito com Shakhtar Donetsk e Wolfsburg - contra a Juventus, na fase anterior, o que funcionou foi a força de ataque do time londrino.

Com boa atuação dos zagueiros Aaron Hughes e Brede Hangeland nas bolas aéreas, além de três ótimas intervenções do goleiro australiano Mark Schwarzer, os Cottagers saíram com um bom resultado fora de casa, ainda que o empate sem gols obrigue o time a ter que vencer, pois qualquer empate na volta, no Craven Cottage, não classifica - novo 0 x 0 e a partida irá para a prorrogação.



Ficha da partida:

Hamburg: Rost; Demel(Tomás Rincón), Jerome Boateng, Mathijsen e Aogo; Jarolim, Zé Roberto, Pitroipa e Trochowski; Guerrero(Petric) e Van Nistelrooy.
Téc.: Bruno Labbadia.

Fulham: Schwarzer; Baird, Aaron Hughes, Hangeland e Konchesky; Dickson Etuhu e Danny Murphy; Duff, Gera e Simon Davies; Zamora(Dempsey).
Téc.: Roy Hodgson.

Os jogos de volta acontecem na próxima quinta-feira.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Com facilidade, Liverpool vence West Ham e sonha com Liga dos Campeões


Pelo fechamento da 35ª rodada da Premier League, o Liverpool recebeu o ameaçado West Ham e venceu por fáceis 3 x 0, e se mantém na disputa pela última vaga para a próxima UEFA Champions League. Já os Hammers estão uma posição acima da zona de rebaixamento, com três pontos de vantagem para o Hull, 18º, mas com um jogo a mais (o Hull "paga" esse jogo quarta-feira, em casa, diante do Aston Villa).

Jogando sem Fernando Torres, que operou o joelho e está fora da temporada, Rafa Benítez optou por uma dupla de ataque formada por Dirk Kuyt e David Ngog, auxiliados por Maxi Rodríguez e Yossi Benayoun pelos flancos e Steven Gerrard e Lucas pelo centro.

Os Reds resolveram o jogo com enorme facilidade. De um time que luta contra o descenso espera-se falta de técnica, mas não de vontade, como demonstrou o West Ham nessa partida.

O primeiro gol saiu aos 19 minutos: Gerrard cobrou falta na área e Benayoun, de barriga, empurrou para o fundo do gol de Robert Green.

Dez minutos depois, Benayoun fez jogada pela faixa central e abriu na direita com Maxi Rodríguez, que cruzou na medida para Ngog aumentar o placar.

A partir do segundo gol, o Liverpool deu uma diminuída no ritmo, ciente da fragilidade do rival, e foi o placar do primeiro tempo.

Na volta do intervalo, Gianfranco Zola tentou modificar o panorama do jogo colocando o atacante mexicano Guille Franco e tirando o meia Junior Stanislas, passando a atuar num 4-3-3. O time até começou ligeiramente melhor, mais incisivo, mas logo veio a ducha de água fria: aos 13 minutos, Gerrard cruzou falta na área, Sotirios Kyrgiakos desviou, a bola bateu na trave e voltou na perna esquerda de Green. Gol contra do goleiro da seleção inglesa.

Com a vantagem de três gols, o Liverpool parou de jogar, pensando claramente no duelo de quinta-feira diante do Atlético de Madrid, na capital espanhola, pelas semifinais da Europa League.

Agora, o Liverpool está cinco pontos atrás do Tottenham, quarto colocado, mas tem um jogo a mais que os Spurs. Na próxima rodada, visita o também ameaçado Burnley, enquanto o West Ham tem confronto direto contra o Wigan, em Londres.


Ficha da partida:

Liverpool: Reina; Glen Johnson, Carragher, Kyrgiakos e Agger; Maxi Rodríguez, Gerrard(Mascherano), Lucas e Benayoun(Degen); Kuyt e Ngog(Babel).
Téc.: Rafa Benítez.

West Ham: Green; Faubert, Manuel da Costa, Upson e Spector(Daprela); Stanislas(Guille Franco), Radoslav Kovac, Mark Noble e Behrami; Carlton Cole(Benni McCarthy) e Ilan.
Téc.: Gianfranco Zola.


Veja também:
- Manchester United vence Manchester City e segue vivo
- Tottenham bate Chelsea e reabre campeonato
- Arsenal dá vexame e perde para Wigan
- Os demais jogos da 35ª rodada

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Liverpool perde para o Benfica; Fulham bate Wolfsburg

Na abertura dos jogos de ida das quartas-de-final da UEFA Europa League, dois times ingleses entraram em campo e tiveram resultados distintos: o Liverpool foi a Lisboa e perdeu para o Benfica por 2 x 1, enquanto o Fulham, em Londres, venceu o Wolfsburg pelo mesmo placar.

O Liverpool tinha um adversário complicadíssimo pela frente, dono de um futebol que vem encantando na atual temporada, especialmente quando joga no Estádio da Luz. Porém, logo aos 9 minutos, o estádio silenciou-se quando Daniel Agger, num golaço de letra, abriu o placar para os Reds.

Aos 31, o lance-chave da partida: Luisão fez falta em Fernando Torres e Ryan Babel foi tirar satisfação, colocando a mão no rosto do brasileiro, que foi pra cima do holandês. O árbitro Jonas Eriksson expulsou apenas o jogador do Liverpool, de maneira incompreensiva. Com um jogador a menos, a pressão foi intensa, mas o 1 x 0 foi o placar do primeiro tempo.

Na segunda etapa, o Benfica empatou com Óscar Cardozo cobrando pênalti que Emiliano Insúa cometeu em Pablo Aimar. Aos 34 minutos, outro pênalti em favor dos Encarnados, dessa vez um toque de mão de Jamie Carragher dentro da área, e novamente o paraguaio converteu a penalidade, dando números finais ao confronto.


Já o Fulham vinha conseguindo um extraordinário resultado: vencia por 2 x 0, gols de Bobby Zamora, batendo no canto direito do suíço Diego Benaglio, e do irlandês Damien Duff, após pivô de Zamora.

Mas, de maneira trágica, aos 44 do 2º tempo, Zvjezdan Misimovic cruzou na área e o zagueiro Alexander Madlung fez um gol vital para os Lobos, que agora jogam por vitória simples pra se classificarem.

Os jogos de volta acontecem na próxima quinta-feira.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Análise de Manchester United 2 x 1 Liverpool


De virada, no Old Trafford, o Manchester United conquistou três pontos preciosíssimos em cima do Liverpool e assim, assumiu a liderança do Campeonato Inglês. O primeiro gol do jogo foi marcado por Fernando torres, logo aos 4 minutos do primeiro tempo. Mas Rooney, aos 11, e Park, aos 11 da segunda etapa, aplicou o vira-vira dos Diabos Vermelhos.

Taticamente, as duas equipes eram iguais. Ambas jogaram no 4-2-3-1, com ênfase nas jogadas de seus respectivos pontas. Valencia e Nani, pelo Manchester, e, Maxi Rodriguez e Kuyt, pelo Liverpool.

A proposta de jogo de Alex Ferguson para os Reds Devils era a habitual jogada pelas pontas, mas com a aproximação tradicional dos volantes, Carrick, na direita, e Fletcher, na esquerda. Já Rafa Benitez, por jogar fora de casa e por ter uma equipe tecnicamente inferior que seu adversário, buscou anular os ponteiros do Manchester e fazer uma forte marcação principalmente no meio de campo.

No primeiro tempo, mesmo com pleno domínio, o Manchester não conseguia chegar ao gol defendido por Reina, pois a marcação do Liverpool no meio de campo era precisa e eficiente. As chances criadas foram poucas, fruto das boas marcações das duas equipes.

Já na segunda etapa, o jogo ficou um pouco mais aberto. Os Diabos Vermelhos, precisando do resultado, passaram a pressionar mais o Liverpool, que ficava limitado à descida de Kuyt pela direita e só. Além disso, Carrick e Fletcher inverteram suas posições em campo e Valencia, na direita, começaram a se tornar mais participativos. Com isso, o jogo do Manchester United passou a fluir e a equipe, com méritos, obteve a vitória.


Ficha da partida:

Man Utd: Van der Sar; Gary Neville, Ferdinand, Vidic e Evra; Carrick, Fletcher, Park(Scholes), Valencia e Nani(Giggs); Rooney.
Téc.: Alex Ferguson.

Liverpool: Reina; Glen Johnson, Carragher, Agger e Insúa; Mascherano e Lucas(Benayoun); Kuyt(Aquilani), Gerrard e Maxi Rodríguez(Babel); Fernando Torres.
Téc.: Rafa Benítez.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Noite mágica no Craven Cottage: Fulham goleia Juventus e avança


Em uma daquelas partidas pra deixar o torcedor com história pro resto da vida, o Fulham recebeu a Juventus precisando reverter o 3 x 1 sofrido em Turim, e de maneira espetacular conseguiu vencer o time italiano por 4 x 1, com destaque para o húngaro Zoltan Gera, autor de dois gols.

A façanha se tornou ainda maior porque, antes dos dois minutos de partida, a Juventus abriu o placar com David Trezeguet, dando a impressão que a vaga sairia tranquila. O empate veio rápido, com Bobby Zamora, aos nove.

O lance-chave da partida aconteceu aos 27 minutos, quando Fabio Cannavaro fez falta sobre Zamora e foi expulso. O técnico Alberto Zaccheroni tirou o meia Antonio Candreva e colocou o zagueiro Zdenek Grygera. A partir daí, o Fulham tomou conta por completo da partida, encurralando a Vecchia Signora. Aos 39 minutos, Gera marcou seu primeiro gol na partida.

Na volta do segundo tempo, um lance polêmico: o árbitro Björn Kuipers marcou pênalti do brasileiro Diego após a bola bater em sua mão de maneira involuntária. Gera bateu e fez 3 x 1, placar que levaria o jogo para a prorrogação.

A partida caiu um pouco de ritmo, com o Fulham se expondo menos, mesmo sem a Juve oferecer riscos de contra-ataque, mas levar um gol àquela altura seria fatal. Roy Hodgson resolveu abrir o time, tirando o lateral direito Stephen Kelly e colocando o meia atacante Clint Dempsey, passando Chris Baird pra lateral. E a alteração deu resultado: aos 37 minutos, Dempsey recebeu na entrada da área e, num misto de genialidade e sorte, encobriu o goleiro Antonio Chimenti, fazendo um impensável 4 x 1.

A equipe de Turim se viu tão atordoada com o golpe que sequer ameaçou o segundo gol, e terminou a partida tendo Jonathan Zebina expulso. A classificação dos Cottagers é daquelas pra se aplaudir de pé.


Ficha da partida:

Fulham: Schwarzer; Stephen Kelly(Dempsey), Aaron Hughes, Hangeland e Konchesky; Baird e Dickson Etuhu; Duff, Gera(Bjorn Riise) e Simon Davies; Zamora.
Téc.: Roy Hodgson.

Juventus: Chimenti; Salihamidzic, Zebina, Cannavaro e Grosso(Del Piero); Felipe Melo, Camoranesi(De Ceglie) e Sissoko; Diego e Candreva(Grygera); Trezeguet.
Téc.: Alberto Zaccheroni.


- Liverpool vence Lille e se classifica

No clássico 'Lili', melhor para o 'Li' inglês, que fez 3 x 0 sem grandes problemas. Fernando Torres foi o nome da partida, marcando dois gols, enquanto Steven Gerrard fez o outro.

Gerrard abriu o placar aos nove minutos, cobrando uma penalidade sofrida pelo brasileiro Lucas, em boa arrancada pelo meio. Controlando bem a partida, os Reds realizaram outra boa partida, tal qual haviam feito na segunda-feira, na vitória sobre o Portsmouth.

Ainda sim, o Lille criou ótima chance aos 33 minutos, em jogada do ótimo belga Eden Hazard, 19 anos, cobiçado por inúmeros times. Reina fez a defesa.

Na volta para o segundo tempo, Fernando Torres aproveitou ridículo vacilo do zagueiro Adil Rami e ampliou, com extrema classe. No último minuto, Torres pegou a sobra do goleiro Mickaël Landreau e fechou o placar.



O sorteio dos confrontos da próxima fase da UEFA Europa League acontece nesta sexta-feira, às 9h (de Brasília).


Ficha da partida:

Liverpool: Reina; Glen Johnson, Carragher, Agger(Kyrgiakos) e Insúa; Mascherano e Lucas; Kuyt, Gerrard e Babel(Benayoun); Fernando Torres(Ngog).
Téc.: Rafa Benítez.

Lille: Landreau; Beria, Chedjou, Rami e Émerson; Mavuba, Balmont(Aubameyang) e Cabaye; Obraniak, Hazard(Vandam) e Frau(Larsen Touré).
Téc.: Rudi Garcia.

terça-feira, 16 de março de 2010

Jogando bom futebol, Liverpool goleia Portsmouth


Numa das raras partidas na temporada onde apresentou um bom futebol, o Liverpool recebeu o lanterna Portsmouth e goleou por 4 x 1, com destaque para Fernando Torres, autor de dois gols. A vitória levou os Reds ao quinto lugar, ganhando a posição do Manchester City, mas com um jogo a mais que o rival na luta pela vaga na Liga dos Campeões.

Rafa Benítez escalou o time com duas novidades: Alberto Aquilani e Ryan Babel. O decorrer da partida demonstrou ter sido uma escolha acertada do treinador espanhol.

Apesar do placar, a partida começou difícil, com o Liverpool até tendo o controle da bola sem dificuldade, mas não conseguindo criar chances de muito perigo. Mas aí o goleirão do Portsmouth, Jamie Ashdown (que substituiu o titular David James, com lesão na panturrilha), resolveu colaborar aos 26 minutos, chutando uma bola recuada sobre Steven Gerrard. A bola sobrou para o argentino Maxi Rodríguez, que ajeitou para Fernando Torres, com tranquilidade, abrir o placar.

Aí a porteira abriu. Dois minutos depois, Torres recebeu dentro da área e rolou para Babel, que colocou a bola no canto esquerdo de Ashdown. Mais quatro minutos e o terceiro gol: novamente Torres fez a jogada, deu passe de calcanhar para Gerrard, que deixou a bola passar para Aquilani marcar seu primeiro gol com a camisa do Liverpool. A partir daí, a goleada era questão de tempo.

No segundo tempo, aos 32 minutos, Aquilani enfiou bola para Fernando Torres dentro da área, que cortou o zagueiro Ricardo Rocha e bateu forte, no canto da meta do Pompey. O Portsmouth ainda encontrou seu gol de honra aos 43, com Nadir Belhadj, mas ficou nisso.

A vitória leva o time de Merseyside aos 51 pontos, ocupando a quinta colocação, dando moral aos Reds para a partida diante do Lille, pela Liga Europa, onde precisa reverter a derrota por 1 x 0, mas especialmente para o grande clássico de domingo, contra o arqui-rival Manchester United.


Ficha da partida:

Liverpool: Reina; Glen Johnson(Martin Kelly), Carragher, Agger e Insúa; Mascherano e Aquilani; Maxi Rodríguez, Gerrard(Benayoun) e Babel; Fernando Torres(Ngog).
Téc.: Rafa Benítez.

Portsmouth: Ashdown; Finnan, Marc Wilson, Ricardo Rocha e Hreidarsson(Owusu-Abeyie); Bouba Diop(Mokoena) e Michael Brown; Aruna Dindane, O'Hara(Danny Webber) e Belhadj; Piquionne.
Téc.: Avram Grant.


Veja também:
- Jogos de sábado na Premier League
- Jogos de domingo na Premier League

sexta-feira, 12 de março de 2010

Liga Europa: Como visitantes, Liverpool e Fulham são derrotados

Nesta quinta-feira foram realizados os jogos de ida das oitavas-de-final da Liga Europa, e dois ingleses estiveram em ação, mas sem sucesso: o Liverpool foi à França e foi derrotado pelo Lille por 1 x 0, enquanto o Fulham visitou a Juventus e voltou pra Londres com um revés de 3 x 1.

Podendo contar praticamente com o que tem de melhor no seu elenco, o Liverpool foi ao Lille Metropole com favoritismo, mas logo de cara se viu sufocado pelo time francês, que jogava no 4-3-3, com sua linha de frente pressionando os Reds em seu campo. Talvez até forçado pelo rival, o time de Rafa Benítez mais parecia um 4-4-1-1, com os pontas Dirk Kuyt e Ryan Babel atuando praticamente como marcadores, enquanto Steven Gerrard era quem mais se aproximava de Fernando Torres. E isso, como não deixaria de ser, não dava quase nenhuma saída de bola pro time.

Apesar de tudo, no primeiro tempo quem teve as melhores chances foram os Reds, mas esbarraram na boa atuação do experiente goleiro Mickaël Landreau.

Depois de terminar a primeira etapa melhor, se esperava um Liverpool se impondo a partir do segundo tempo, mas o que se viu foi um time que justifica o péssimo sexto lugar na Premier League. Com Torres e Gerrard - esse último, em especial - completamente irreconhecíveis, o time fez por merecer a derrota, que até tardou a sair, com um gol de Eden Hazard, nas letais cobranças em que a bola é alçada na área, não desvia em ninguém e mata o goleiro.


Ficha da partida:

Lille: Landreau; Beria, Chedjou, Rami e Émerson; Mavuba, Balmont e Cabaye(Dumont); Hazard, Obraniak(Larsen Touré) e Frau(Pierre Aubameyang).
Téc.: Rudi Garcia.

Liverpool: Reina; Glen Johnson, Carragher, Agger e Insúa; Kuyt(El Zhar), Lucas, Mascherano e Babel(Riera); Gerrard; Fernando Torres.
Téc.: Rafa Benítez.

Já em Turim, um exótico jogo entre a gigante Juventus e o pequeno (em termos europeus) Fulham. Acabou prevalecendo a equipe de mais camisa e tradição. Logo aos nove minutos, Diego cobrou escanteio da direita e Nicola Legrottaglie abriu a contagem para a Vecchia Signora.

O Fulham fez boa parte da sua temporada num 4-4-2 típico, mas em suas últimas partidas passou a atuar no 4-2-3-1, e desde então o time passou a primar demais por bolas longas para o atacante Bobby Zamora. Como não há um grande jogador no meio de campo dos Cottagers, era praticamente impossível a bola chegar em condições de finalização.

A Juve aumentou a vantagem com um raríssimo gol de Jonathan Zebina, o seu segundo em catorze anos de carreira (!), num belo chute de fora da área, indefensável para Mark Schwarzer.

Eis que o Fulham acha um gol: em levantamento para a área, a bola sobra para Dicksou Etuhu chutar, a bola desviar em Legrottaglie e matar o goleiro Alex Manninger, gol esse que mantém vivo o time inglês. Mas, nos acréscimos do primeiro tempo, David Trezeguet pegou rebote do próprio chute, que explodiu na trave, e deu números finais ao confronto.

Como nota positiva, fica a volta do Clint Dempsey aos gramados, depois de dois meses afastado por séria lesão no joelho.

Com o gol marcado como visitante, ao Fulham "basta" uma vitória por 2 x 0. Todos os jogos de volta acontecem na próxima quinta-feira.


Ficha da partida:

Juventus: Manninger; Zebina, Cannavaro, Legrottaglie e Grosso; Salihamidzic(Camoranesi), Poulsen(Sissoko) e Marchisio; Candreva e Diego; Trezeguet(Iaquinta).
Téc.: Alberto Zaccheroni.

Fulham: Schwarzer; Baird, Hangeland, Aaron Hughes e Konchesky; Dickson Etuhu e Greening; Duff, Gera e Simon Davies(Dempsey); Zamora.
Téc.: Roy Hodgson.

terça-feira, 9 de março de 2010

Liverpool joga mal e é derrotado pelo Wigan


No último jogo não-adiado da 29ª rodada da Premier League, o Liverpool visitou o DW Stadium e foi derrotado pelo Wigan por 1 x 0, gol do colombiano Hugo Rodallega, e se complicou um pouco mais na luta pela quarta e última vaga pra Champions League.

O time de Rafa Benítez teve 10 minutos bons na partida, e foram os primeiros, onde Fernando Torres chegou a carimbar o poste esquerdo de Chris Kirkland. Depois disso, o que se viu foi um Wigan com aplicação tática invejável, e se aproveitando dos inúmeros erros de saída de bola da defesa dos Reds - méritos, também, do trio de ataque formado por Charles N'Zogbia, Rodallega e Marcelo Moreno, que se sacrificaram a partida inteira pra pressionar a linha defensiva adversária e provocar o erro.
Em uma delas, num vacilo de Dirk Kuyt, o lateral Emmerson Boyce cruzou na medida para Rodallega, sozinho, desviar de Pep Reina e abrir o placar, num resultado justíssimo até então.

Os Latics seguiam melhor na partida, mesmo com a vantagem, e especialmente nas jogadas de N'Zogbia pelo flanco direito, em cima de um inseguro Emiliano Insúa. Já no meio de campo, destaque para Mohamed Diame, dominou o setor.

Os Reds, curiosamente, tiveram numa improvisação o seu melhor jogador: Javier Mascherano, pela segunda partida consecutiva jogando de lateral direito, foi o único que realmente se salvou. Já Steven Gerrard fez uma de suas piores partidas na temporada.

O resultado deixou o Liverpool ainda perto da zona de Champions League, mas, de todos os candidatos, é o único que já fez os 29 jogos, somando 48 pontos. Tottenham e Man City aparecem com 49 pontos e, respectivamente, 28 e 27 partidas realizadas, enquanto o Aston Villa, com 45 pontos, foi quem menos jogou: 26 vezes.


Ficha da partida:

Wigan: Kirkland; Boyce, Gary Caldwell, Bramble e Figueroa; Diame(Hendry Thomas), Scharner e James McCarthy; N'Zogbia, Rodallega(Scotland) e Marcelo Moreno(Moses).
Téc.: Roberto Martínez.

Liverpool: Reina; Mascherano, Carragher, Kyrgiakos e Insúa; Maxi Rodríguez, Lucas(Glen Johnson), Gerrard e Benayoun(Aquilani); Kuyt(Babel) e Fernando Torres.
Téc.: Rafa Benítez.


Veja também:
- Análise dos jogos do final de semana

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Fulham e Liverpool avançam, enquanto Everton se despede


Nesta quinta-feira foram realizados os jogos de volta da fase de 16-avos-de-final da Liga Europa, e os três times ingleses na competição entraram em campo.

O grande destaque foi a surpreendente classificação do Fulham, eliminado o atual campeão, Shakhtar Donetsk, na Ucrânia.
Como esperado, após perder por 2 x 1 em Londres, o Shakhtar partiu com tudo pra cima, exigindo boas intervenções do goleiro australiano Mark Schwarzer. Até que, na primeira chance de gol para o lado inglês, veio o gol: aos 33 minutos, Damien Duff cruzou falta na área e o zagueiro norueguês Brede Hangeland cabeceou no canto direito de Pyatov.

No segundo tempo, aos 24 minutos, o ex-Grêmio Douglas Costa fez jogada de linha de fundo pela direita e cruzou rasteiro para Jádson empatar a partida. A partir daí, precisando de mais um gol, o Shakhtar novamente pressionava o time de Roy Hodgson, mas em vão, pois de maneira surpreendente os Cottagers avançam na eliminatória que se desenhava a mais complicada para os clubes da Premier League.


Em contrapartida, o Liverpool não teve qualquer dificuldade pra voltar de Bucareste com a classificação garantida, ainda que, logo aos 18 minutos de partida, o zagueiro Bruno Fernandes colocou o Unirea Urziceni em vantagem, igualando o resultado de 1 x 0 da primeira partida. Mas a vantagem logo foi embora com um golaço de Javier Mascherano, de fora da área, seu primeiro na temporada. No fim do primeiro tempo, a bola sobrou para Ryan Babel, dentro da área, virar a partida.

Com a classificação praticamente assegurada (a essa altura, o Unirea precisaria de três gols), os Reds voltaram tranquilos para a segunda etapa, e Steven Gerrard ainda teve tempo de marcar o terceiro, livre de marcação dentro da área.


A decepção ficou mesmo por conta do Everton. Após vencer o primeiro jogo por 2 x 1, tomando um gol bobo no fim da partida, os Toffees foram até Lisboa enfrentar novamente o Sporting. Após segurar o zero no placar no primeiro tempo, o time de David Moyes sucumbiu na segunda etapa: aos 19, Carlos Saleiro fez grande passe para Miguel Veloso abrir o placar, resultado que já garantia os Leões na próxima fase. Depois, aos 32, Pedro Mendes pegou rebote do chute de Yannick Djaló e fez 2 x 0. Fechando o marcador, já nos acréscimos, um gol espetacular do chileno Matías Fernández, que merece ser visto e revisto, deu números finais ao encontro.


Confrontos das 8as-de-final:

11/03
Lille-FRA x Liverpool-ING
Juventus-ITA x Fulham-ING
Hamburg-ALE x Anderlecht-BEL
Rubin Kazan-RUS x Wolfsburg-ALE
Atlético de Madrid-ESP x Sporting-POR
Benfica-POR x Olympique de Marseille-FRA
Panathinaikos-GRE x Standard Liège-BEL
Valencia-ESP x Werder Bremen-ALE

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Em jogo fraco, Man City e Liverpool empatam; Tottenham agradece


No jogo mais esperado da rodada, por seu caráter decisivo, Manchester City e Liverpool não saíram de um frustrante 0 x 0. A expectativa antes da partida era de quem terminaria dentro da zona de classificação para a UEFA Champions League, e a igualdade no placar acabou colocando o Tottenham na quarta colocação.

Sem poder contar com Carlos Tevez, pelo nascimento de sua filha na Argentina, e Patrick Vieira, suspenso por três jogos, Roberto Mancini armou sua equipe no 4-2-3-1, com Ireland de meia central, mas com muita liberdade para atacar, por várias oportunidades aparecia ao lado de Adebayor no ataque. Pelas pontas, Wright-Phillips na direita e Adam Johnson na esquerda, enquanto Barry e De Jong jogavam mais atrás.

Do outro lado, Rafa Benítez manteve-se também no seu tradicional 4-2-3-1, mas com algumas novidades: depois de alguns boas partidas de Babel, sempre como suplente, o holandês começou como titular dessa vez pra jogar de winger pela direita, mandando Kuyt para o ataque. Pelo outro flanco, um apagadíssimo Maxi Rodríguez, enquanto Gerrard comandava pelo centro. Mascherano e Lucas novamente como a dupla de volantes titular.

Não houve um time superior ao outro no primeiro tempo, mas quem esteve ligeiramente mais perto do gol foi o time visitante quando, perto do intervalo, Gerrard bateu escanteio da direita e Skrtel cabeceou pra fora, assustando Given. Saísse o gol geraria uma polêmica enorme, já que claramente havia sido tiro de meta.

O segundo tempo até começou mais animado, mas chances reais mesmo pouquíssimas, e dessa vez duas para o lado do City: aos 15, após rebatida da defesa dos Reds, Adebayor ajeitou e chutou forte, para grande intervenção de Reina. A outra, novamente com o togolês, veio aos 34 minutos, quando o chutão de Kompany virou lançamento após a falha de Agger, e Adebayor conseguiu limpar Skrtel, último zagueiro. Porém, na entrada da área, o zagueiro eslovaco conseguiu se recuperar e fazer o desarme, mantendo o zero no placar.

O empate, em tese, não é um mau resultado para o Manchester City, por ter um jogo a menos que Tottenham e Liverpool, mas uma vitória deixaria o time de Roberto Mancini numa situação ótima.

A partida acabou tendo como ingrediente extra a volta de Fernando Torres aos gramados, sem jogar uma partida desde o dia 13 de janeiro.



Ficha da partida:

Man City: Given; Zabaleta, Kompany, Lescott e Bridge; Nigel de Jong e Barry; Wright-Phillips(Bellamy), Ireland(Ibrahim) e Adam Johnson; Adebayor.
Téc.: Roberto Mancini.

Liverpool: Reina; Carragher, Agger, Skrtel e Insúa; Mascherano e Lucas; Babel(Fernando Torres), Gerrard e Maxi Rodríguez(Benayoun); Kuyt(Aquilani).
Téc.: Rafa Benítez.


Veja também:
- Fichas de todas as partidas

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Liga Europa: Ingleses 100%


A primeira mão das partidas da Liga Europa viu os times da Inglaterra vencerem seus três compromissos. Depois da vitória do Everton sobre o Sporting por 2 x 1, na terça-feira, dessa vez foi a vez do Liverpool vencer o Unirea Urziceni por 1 x 0 e do Fulham bater o Shakhtar Donetsk por 2 x 1. Porém, vale dizer que os três irão decidir suas vagas fora de casa.

Jogando novamente muito abaixo das expectativas, o Liverpool encontrou imensas dificuldades para abrir o ferrolho romeno do Unirea, e as escolhas de Rafa Benítez, ao insistir com David Ngog e deixar novamente Ryan Babel no banco, contribuem para isso, ainda que o gol da vitória tenha sido de Ngog, aos 36 minutos do segundo tempo, mas um gol impossível de não fazer. Ainda sim foi o time que conseguiu a melhor vantagem, por não ter sofrido gol em casa.

Ficha da partida:

Liverpool(4-2-3-1): Reina; Carragher, Agger, Skrtel e Fábio Aurélio; Mascherano e Aquilani(Daniel Pacheco); Kuyt, Gerrard e Riera(Babel); Ngog(Lucas).
Téc.: Rafa Benítez.

Unirea(4-1-4-1): Arlauskis; Maftei, Galamaz, Bruno Fernandes e Brandán; Paraschiv(Ricardo Vilana); Onofras(Marinescu), Paduretu(Rusescu), Apostol e Frunza; Bilasco.
Téc.: Roni Levi.


Já o Fulham, mesmo sofrendo gol em casa, conseguiu uma ótima vitória, pois o Shakhtar Donetsk foi uma das grandes equipes da primeira fase, além do terceiro melhor ataque e de ser o atual campeão. Logo aos três minutos, Zoltan Gera abriu o placar, após passe de Bobby Zamora. Ainda no primeiro tempo, pra variar um pouco, o Shakhtar empatou com jogada de brasileiros: Fernandinho para Ilsinho, Ilsinho para Luiz Adriano e Luiz Adriano para o gol, após driblar Schwarzer. Na segunda etapa, um golaço de Zamora, de fora da área, decretou a vitória dos Cottagers.

Ficha da partida:

Fulham(4-2-3-1): Schwarzer; Baird, Aaron Hughes, Hangeland e Stephen Kelly; Dickson Etuhu e Danny Murphy; Simon Davies, Gera(David Elm) e Duff; Zamora.
Téc.: Roy Hodgson.

Shakhtar(4-2-3-1): Pyatov; Srna, Kucher, Rakitskiy e Rat; Hübschman(Kravchenko) e Fernandinho; Ilsinho, Jádson(Douglas Costa) e Willian; Luiz Adriano.
Téc.: Mircea Lucescu.

Os jogos de volta acontecem no dia 25/02.